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Assim como a abelha colhe o mel de diferentes flores, o homem sábio aceita a essência das diferentes escrituras e vê somente o bem em todas as religiões.
Srimad Bhagavatam
06/02/2015

Direitos trabalhistas: Governo passa a bola para o Congresso

Aconteceu terça-feira (dia 3, em Brasília), a reunião entre as principais centrais sindicais, entre elas Força Sindical, CUT e UGT, para discutir as alterações nas regras para concessão de benefícios trabalhistas e previdenciárias, como seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença e abono salarial.

Os representantes do governo federal sugeriram uma Comissão Tripartite, com a presença das centrais sindicais, para discutir as Medidas Provisórias (664 e 665) que tratam do assunto no Congresso Nacional.

Como de hábito, os trabalhadores e as centrais sindicais estão se mobilizando para transformar o limão numa limonada. Ou seja, a partir de agora é hora de buscarmos o apoio dos deputados federais e senadores para que levem em consideração as propostas das centrais que não foram aceitas pelos ministros da presidenta Dilma Rousseff, presentes à reunião.

Entre as medidas sugeridas pelas centrais sindicais, para ajudar o governo a recompor as finanças públicas, estavam aumentar tributação sobre lucro empresarial e de implementar a taxação sobre grandes fortunas.

Segundo avaliação das centrais presentes ao encontro, houve uma certa frustração com a tentativa de acordo. Esperava-se uma postura mais favorável do governo às demandas das centrais sindicais, que insistem na proteção e manutenção dos direitos trabalhistas.

Mas nem tudo está perdido. O ambiente do Congresso Nacional é uma arena na qual os líderes sindicais estão acostumados a lidar e a estabelecer grandes debates.

E vamos nos mobilizar para apresentar aos deputados e senadores a necessidade de manter os direitos trabalhistas que a classe trabalhadora já conquistou e avançar a discussão para reduzir a nefasta rotatividade de mão de obra.

A bola está com a classe trabalhadora brasileira e com o Congresso Nacional, que respeita e muito a opinião pública mobilizada. Portanto, é a nossa hora e a nossa vez de lutar, mais uma vez, pela defesa dos sagrados direitos trabalhistas.

E impedir que os ajustes da economia brasileira recaiam apenas sobre a classe trabalhadora, deixando de fora as grandes fortunas e os estrondosos lucros de banqueiros e industriais.

Porque, decididamente, os trabalhadores não estão dispostos a pagar a conta dos ajustes da economia brasileira sozinhos.

É hora, então, de nos mobilizarmos em torno dos nossos sindicatos e centrais sindicais. Vamos fazer valer nosso título eleitoral, nossa organização sindical e social para negociar com altivez com o Congresso Nacional, que, com certeza, respeitarão nossos pontos de vista.

José Braz Fofão

Presidente em exercício do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá

Cícero Martinha

Presidente licenciado do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá
 
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