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Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

A vida que nós recebemos nos foi dada não para que simplesmente a admiremos, mas para que estejamos sempre a procura de uma verdade escondida dentro de nós.
John Milton
23/01/2015

Volume morto vira realidade também para o Rio

A crise de abastecimento de água que afeta São Paulo desde o ano passado começa a ganhar contornos mais nítidos também no Rio de Janeiro. A Agência Nacional de Águas (ANA) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informaram que o reservatório de Paraibuna foi zerado ontem e passou a operar com o volume morto, a água do fundo a represa que, em situações normais não é computada, como já ocorre em São Paulo.

Paraibuna é fundamental para o abastecimento do Estado do Rio - e da porção paulista do Vale do Paraíba - O reservatório é usado tanto para abastecimento de água quanto para geração de energia. Fica em território paulista, mas funciona como regulador de vazão do rio Paraíba do Sul, o principal fornecedor de água para consumo do Rio. De acordo com nota do ONS, o Paraíba do Sul não gera mais energia e está se valendo do volume morto para manter a vazão mínima. Segundo o ONS, a produção de energia do sistema não é relevante, com apenas 1% do consumo.

O coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel-UFRJ), Nivalde de Castro, reforçou que para a geração elétrica, a bacia "não é problemática", mas será no caso do abastecimento. A ANA informou que "oportunamente", em associação com o ONS, irá divulgar novas regras de utilização da reserva técnica - termo empregado pelos órgãos para designar o volume morto. De acordo com a agência, a reserva representa 2,096 trilhões de litros de água.

Por enquanto, a vazão se dará por gravidade, sem necessidade de obras ou instalação de bombas.

Com a perda diária de reserva de água em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu que o Estado vai retirar a partir da próxima semana meio metro cúbico de água por segundo do rio Guaratuba. "Isso equivale a você colocar água para 150 mil pessoas", disse. Na quarta-feira, Alckmin havia informado que a represa Billings, pouco utilizada, vai ajudar no abastecimento da Grande São Paulo. Também ficou definido que haverá restrição de uso da água do sistema Alto Tietê para irrigação.

Pesquisa Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município mostra que 68% dos paulistanos tiveram problema de abastecimento de água nos últimos 30 dias. Para 42% do 1.512 entrevistados, o abastecimento deficiente é resultado da falta de planejamento do governo estadual, enquanto 29% atribuem o problema à ausência de chuvas.

De acordo com a Sabesp, o sistema Alto Tietê interrompeu a queda e se manteve em 10,1%. O Cantareira baixou 0,1 ponto percentual e está com 5,4%. O Guarapiranga opera com 38,1% (baixa de 0,1 ponto) e o Alto Cotia recuou 0,3 ponto, para 27,9% da sua capacidade.

(Agências noticiosas)

Fonte: Valor Econômico - 23/01/2015
 
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