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13/01/2015

Maioria dos demitidos pode perder seguro-desemprego

Camilla Veras Mota e Edna Simão

Cerca de 63% dos trabalhadores demitidos sem justa causa poderão perder o seguro-desemprego por causa da nova regra de acesso ao benefício, que aumenta o prazo de carência para a concessão de seis para 18 meses. Essa estimativa foi feita pelo Valor e pelo professor da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Alberto Ramos com base em dados do Caged envolvendo 10,8 milhões de demitidos entre janeiro e novembro de 2014. O limite de no mínimo seis meses de tempo de trabalho, da legislação anterior, excluía 21,5% dos demitidos.

Para Ramos, esses resultados refletem as características de uma economia com alta rotatividade no mercado de trabalho, no qual o tempo médio de permanência no emprego é de três anos.

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A mudança atingirá principalmente os mais jovens, que mudam de emprego com maior frequência até se estabelecerem no mercado de trabalho. Rodrigo Leandro de Moura, professor da FGV, acredita que a nova regra possa incentivar os jovens e também as demais categorias de trabalhadores a permanecer no emprego por mais tempo. E isso deve aumentar a produtividade da economia porque as empresas gastam muito para treinar novos funcionários. No antigo formato, o seguro dava um incentivo para que os trabalhadores mudassem com maior frequência de emprego.

Para se antecipar a possíveis pressões de sindicatos por mudanças das novas regras, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, convocou as centrais sindicais para uma reunião no dia 29. A ideia é ter um diagnóstico do impacto da medida e, se for preciso, discutir ajustes. Técnicos do Ministério do Trabalho deverão apresentar a versão do governo sobre esse impacto. "Vamos discutir à luz das realidades que serão trazidas pelas centrais e pelo governo. E vamos tratar de ajustar", disse Dias ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. Mas ele deixou claro: "Conversar não é assumir compromisso de mudança".

Fonte: Valor Econômico - 13/01/2015
 
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