Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

No reinado da lei, o pobre e o rico tem direitos iguais... e o pequeno vence o grande se tem por si a justiça; é uma idéia remota, pois vem de Euripides. Historicamente, porém, é uma idéia falsa: o direito nunca foi outra coisa senão uma organização das desigualdades.
Jean Cruet
19/12/2014

Ritmo de geração de empregos diminui

Saldo de empregos é de 938 mil vagas no acumulado de janeiro a novembro. Indústria, construção e comércio tiveram maiores baixas

Aline Salgado

Ainda em níveis positivos, mas caminhando em menor ritmo. Esse é o cenário do mercado de trabalho formal no país, que no acumulado de janeiro a novembro gerou 39% menos postos do que em igual período de 2013, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Em números reais, o emprego atingiu saldo de 938.043 oportunidades em 2014. Mas, em igual período do ano passado, o ganho chegou a 1,54 milhão. Indústria, construção civil e comércio são as atividades que lideram a desaceleração. Na indústria de transformação houve uma queda de 97% no montante de empregos ofertados com carteira assinada. Até novembro, o saldo chegava a 7.990 vagas, sendo 3,53 milhões de admissões contra 3,52 milhões de demissões. No ano passado, o total ofertado era de 289.937 postos, resultado de 3,83 milhões de contratações e 3,54 milhões de desligamentos.

Metalurgia, mecânica, materiais elétricos e materiais de transporte são os segmentos industriais que estão com o emprego no vermelho, tendo mais demissões do que contratações no ano. Na indústria de materiais de transporte ? que inclui o segmento automotivo ? foram fechados 33.569 postos de trabalho. O segundo pior resultado vem da metalurgia, com menos 16.547 vagas. Já a indústria de materiais elétricos e a mecânica perderam, respectivamente, 8.763 e 8.676 postos. O mercado de trabalho na indústria extrativa também não é dos melhores. O setor gerou 93% menos empregos do que no ano passado. O saldo que era de 4.173 vagas em 2013, agora está em apenas 295 oportunidades. A queda global no preço das commodities explica em parte esse mau resultado, segundo aponta o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rogério de Souza.

"O minério de ferro teve uma queda expressiva nos preços (49%no ano), o que acabou provocando impactos no emprego", diz Souza. "Já a metalurgia sofre com os preços da matéria-prima, o aço, e também com o momento ruim da economia, visto que o setor de bens de capital vem apontando retração, diante das baixas expectativas do empresariado", completa o economista. A construção civil é a segunda atividade econômica que menos gerou oportunidades de emprego no ano. O mercado de trabalho no setor encolheu 86%, ficando com um saldo de apenas 25.452 vagas. Em 2013, o segmento contava com 182.454 vagas. "O boom imobiliário já ficou para trás em boa parte das regiões. As vendas despencaram e o setor vem contratando menos", observa o economista da Fundação Getúlio Vargas, Rodrigo Leandro de Moura, destacando que, em outubro, foram fechados 33.640 postos. Em novembro, mais demissões: 48.894.

O desemprego na indústria e na construção tem seus reflexos no comércio, setor já debilitado pela alta da inflação e dos juros e a consequente retração do consumo. Neste ano, a atividade gerou 35% menos vagas com carteira assinada, saindo de um montante de 296.376 empregos em2013, para um total de 191.533. Até a contratação de temporários de Natal tem sido mais fraca. Pior, inclusive, do ano da crise. "De setembro a novembro o comércio contratou 174 mil, segundo dados sem ajuste do Caged. Em 2008, as contratações chegaram a 185 mil", aponta Moura, da FGV. Embora em menores proporções, os serviços vêm dando sinais de desaquecimento. Ainda beneficiado pelo aumento da renda das famílias acima da inflação, a atividade gerou 6% menos empregos. "Com o desemprego subindo e a perda de poder aquisitivo das famílias, fatalmente o emprego no setor encolherá", diz Moura.

Fonte: Brasil Econômico - 19/12/2014
 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br