Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Não te afeiçoes demasiado a alguém. Terás menos alegria e menos dor.
Schopenhauer
18/12/2014

Número de inativos cresce 30,6% no país em uma década

Pessoas que não estão ocupadas nem procuram vagas são um terço de todas as que têm idade para trabalhar

PEDRO SOARES

DO RIO

O mercado de trabalho brasileiro viveu uma mudança estrutural de 2004 a 2013, com um expressivo aumento dos chamados inativos, pessoas que não trabalham nem procuram emprego.

Esse contingente cresceu 30,6% e atingiu 51,1 milhões de pessoas em todo o país --um terço das pessoas com idade para estarem ocupadas (16 anos ou mais).

Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais, estudo divulgado pelo IBGE na manhã desta quarta-feira (17).

Dentre as razões, dizem especialistas e o IBGE, estão o crescimento da renda familiar (de 43% no período), que permitiu que jovens postergassem a entrada no mercado de trabalho, estudassem e se qualificassem à espera uma oportunidade melhor.

Outras hipóteses são o baixo crescimento nos anos mais recentes, que leva ao desestímulo frente às dificuldades de se encontrar um emprego.

Outro fator, afirmam, está relacionado à demografia: a população envelheceu e aumentou o contingente de aposentados.

INATIVOS

O crescimento dos inativos superou todos os demais contingentes pesquisados pelo IBGE. Sua expansão foi mais acelerada do que a alta de 13,6% da PEA (Pessoas Economicamente Ativas, que agrega quem procura trabalho ou está ocupado).

Superou ainda o aumento de 18,7% do total de pessoas em idade para trabalhar (16 anos e mais) e de 13,6% do total de pessoas ocupadas. Dentre os 153 milhões de pessoas em idade ativa em 2013, os inativos somavam 61 milhões de pessoas em 2013.

Segundo Cristiane Soares, o aumento das pessoas fora do mercado de trabalho segue a evolução do nível de atividade da economia. Também se orienta, diz, pela a melhora da renda familiar.

Segundo o IBGE, o aumento de 44,8%, acima da média, de homens fora do mercado de trabalho de 2004 a 2013 pode indicar a saída deles a fim de se qualificarem à espera de emprego melhor.

MENOS FILHOS

Para Felipe Leroy, professor de economia do Ibmec, um fator "determinante" e pouco mencionado é o efeito da queda da fecundidade sobre o rendimento per capita, que ocorreu principalmente nos últimos 20 anos. Com menos filhos, as famílias tiveram mais renda disponível.

Outro ponto importante, diz, é que o mercado de trabalho se fechou ainda mais para os jovens nos últimos anos em razão de "uma profunda mudança da estrutura produtiva do país", que passou a exigir mão de obra mais qualificada. Essa nova tendência, afirma, não foi acompanhada por uma alteração da grade curricular do ensino médio, com mais foco na formação técnica.

"O ensino médio não prepara para o mercado de trabalho. Tenta preparar para o ingresso na faculdade. O jovem de 17 ou 18 não está pronto para entrar no mercado de trabalho. Há 20 anos, não era necessária a qualificação exigida agora."

Pelos dados do IBGE, 22% das pessoas fora do mercado de trabalho eram jovens de 16 a 24 anos e 40% deles não frequentavam a escola.

Fonte: Folha de S. Paulo - 18/12/2014
 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br