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Autor Desconhecido
23/05/2014

Trabalho escravo ? Zara admitiu, pela primeira vez, escravidão em sua cadeia produtiva

CPI do Trabalho Escravo na Assembleia Legislativa de São Paulo questiona empresa sobre descumprimento de TAC firmado com MPT. Zara mantém ação judicial contra a ?Lista Suja?

O Diretor-Geral da Zara no Brasil, João Pedro Fernandes de Castro Braga, admitiu ontem, 21 de maio, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito na Assembleia Legislativa de São Paulo, que a empresa não tinha controle sobre sua cadeia de produção em 2011, quando oficinas que confeccionavam roupas para a marca foram flagradas explorando trabalhadores em condições análogas às de escravos. Foi a primeira vez que a rede de lojas internacional fez tal declaração.

O Executivo da Zara foi convocado pela CPI para dar explicações sobre o descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta ? TAC firmado com o Ministério Público do Trabalho ? MPT. Apesar de declarar que a empresa é veementemente contrária à prática do trabalho escravo, a Zara mantém uma ação judicial questionando a legalidade da ?Lista Suja?, cadastro que lista as empresas e empregadores flagrados na prática de submeter trabalhadores à escravidão. Essa iniciativa teve como consequência a exclusão da empresa multinacional do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

Durante a audiência, o deputado Carlos Bezerra (PSDB), presidente da CPI, foi duro com o representante da Zara. Afirmou que a empresa não cumpriu os termos do TAC e que tem duas faces distintas ? uma de marketing, para o público, afirmando que monitora sua cadeia produtiva e repudia o trabalho escravo, e outra face interna, com uma poderosa máquina jurídica para desconstruir um dos principais instrumentos contra o trabalho escravo que é a Lista Suja.

O Auditor-Fiscal do Trabalho Luís Alexandre de Faria, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo ? SRTE/SP, que participou das ações fiscais que flagraram situações de escravidão na cadeia produtiva da Zara em 2011, esteve presente à audiência pública.

Fonte: Agência Brasil
 
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