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William Law
09/05/2014

'Arrumação da casa' virá no ano que vem

Fora do governo, Nelson Barbosa prevê que inflação ultrapassará o teto da meta em 2015 e que o PIB crescerá 1%. No Ibre, sua nova defesa é por mudanças no salário mínimo

Sonia Filgueiras

Um grande freio de arrumação, se­guido do sonhado crescimento. Es­te é o cenário econômico apresen­tado pelo economista, ex-secretário-executivo do Ministério da Fa­zenda e hoje pesquisador da área de Economia Aplicada do Institu­to Brasileiro de Economia da Fun­dação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), Nelson Barbosa, durante o seminá­rio "Política de Salário Mínimo pa­ra 2015-18 - Avaliações de Impac­to Econômico e Social", promovi­do pelo Ibre/FGV no Rio de Janeiro. Barbosa prevê, para 2015, um crescimento de apenas 1% para o PIB e inflação de 7,5% - ou seja, acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central, de 6,5%. Para os anos subsequentes, porém, ha­veria uma acentuada melhora.

Barbosa fez previsões até 2019. Para 2016, ele prevê o IPCA em 5,0%, já abaixo do patamar atual de inflação e dentro da me­ta, chegando a 4,5% em 2017 (no centro da meta) com estabiliza­ção partir de 2018 em4%. No ca­so do PIB, depois do baixo cresci­mento de 2015, ele prevê uma aceleração acentuada da atividade econômica: 4,5% de expansão em 2016, 3,5% em 2017 e de 4,0% em 2018 e 2019.

O cenário do ex-secretário exe­cutivo do Ministério da Fazenda é bastante diferente, por exemplo, do cenário com o qual trabalha o mercado. De acordo com o último Boletim Focus do Banco Central, que traz a média das projeções das instituições financeiras do país, o mercado prevê um 2015 com IPCA de 6% e crescimento do PIB de 1,91%. "Somos mais pessimistas que o mercado para 2015, e mais otimistas a partir de 2016.", co­mentou ele durante sua apresenta­ção. Ele foi um dos palestrantes do painel que debateu o impacto dos aumentos do salário mínimo nas fi­nanças públicas. O economista fez questão de destacar que as pro­jeções eram suas e do economista Manoel Pires: "Elas não refletem nem a posição do governo nem a de qualquer candidato presiden­cial", ressalvou.

Segundo Barbosa, a recupera­ção rápida da economia em 2016, logo após o baixo crescimento de 1%, está baseada na experiência econômica brasileira, que, segun­do ele, normalmente, após algum ajuste recessivo, seria ágil em se reerguer. "Há um impacto inicial mais forte e depois a economia se recuperara rapidamente.", disse. A inflação de 7,5% será "um au­mento temporário" decorrente "do que já está programado", segundo ele. "O reajuste do preço da energia, o reajuste do preço do ônibus, que devem acontecer. E is­so deve pressionar o índice de pre­ços administrados para cima, ge­rando um aumento temporário da inflação, mas que vai ser controla­do, vai ser debelado a partir da própria evolução da política mone­tária e da política fiscal", explicou ele. No caso das projeções de infla­ção, Barbosa acrescentou: "A hipótese implícita é que a meta de infla­ção caia para 4% até 2019".

No mesmo evento, ele afirmou que a política de reajustes do salá­rio mínimo nas últimas décadas não criou problemas no mercado de trabalho e ajudou na distribui­ção de renda. Mas, em sua avalia­ção, é necessário um ajuste na re­gra de correção do piso, de forma a adequá-lo às contas do governo. Para ele, uma alternativa seria ba­lizar o reajuste do mínimo ao au­mento médio de uma das seguin­tes variáveis: do crescimento mé­dio do PIB per capta; do salário médio da economia; ou da produ­tividade do trabalho.

O economista José Márcio Ca­margo, professor da PUC/Rio e economista da Opus Gestão de Recursos, discorda do cenário tra­çado por Barbosa. Ressalvado que não conhece as premissas uti­lizadas por Barbosa, Camargo avalia que o ajuste dos preços ad­ministrados, se feito todo em 2015 levará a inflação a um pata­mar superior a 10% "Há pelo me­nos 3 pontos percentuais represa­dos", diz ele. O combate a uma inflação mais alta exigiria um qua­dro de crescimento menor que o 1% previsto por Nelson Barbosa. "Seria inferior a uma pequena re­cessão", diz ele. Camargo diz que não tem previsões definidas para 2015 "Isso dependerá de quem vencer as eleições".

Fonte: Brasil Econômico - 09/05/2014
 
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