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15/04/2014

Polícia Federal investiga gerente da estatal

Virmondes Pereira é o primeiro servidor da ativa da Petrobras a aparecer na Lava Jato

FERNANDA ODILLA

FILIPE COUTINHO

DE BRASÍLIA

Um gerente da Petrobras que assinou contrato investigado pela Polícia Federal foi um dos alvos da segunda fase da Operação Lava Jato.

Na Petrobras desde 1980, Virmondes Alves Pereira é gerente-geral de Construção e Manutenção de Poços da área de Exploração e Produção e foi obrigado a depor na Polícia Federal na última sexta.

Ele é o primeiro servidor da ativa da estatal a aparecer na investigação da PF, que apura esquema de lavagem de dinheiro envolvendo doleiros.

Virmondes foi alvo do chamado "mandado de condução coercitiva" --mesma medida expedida pela Justiça em março, na primeira fase da Lava Jato, contra o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.

A PF suspeita que Virmondes, que trabalha numa unidade da Petrobras em Macaé (RJ), atuou no contrato milionário da estatal com a empresa EcoGlobal, com sede na mesma cidade.

Procurado ontem na Petrobras, Virmondes pediu para que a reportagem entrasse em contato com o setor de comunicação da estatal.

A Petrobras confirmou que, na condição de gerente-geral, o funcionário "recebeu a delegação" de praxe da diretoria executiva para assinar o contrato. A estatal nega irregularidades.

Os negócios da Petrobras com a EcoGlobal são um dos alvos da Lava Jato. Em 2013, a estatal firmou contrato de R$ 443,8 milhões com a EcoGlobal para fornecer equipamentos e prestar serviços por quatro anos.

As investigações da PF indicam que, dois meses depois da assinatura do contrato, dois alvos da Lava Jato tentaram comprar 75% da EcoGlobal: o doleiro Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, por meio das empresas Quality e Sunset Global, respectivamente. Ambos estão presos.

Documentos apreendidos pela PF indicam que havia uma terceira empresa interessada: a Tino Real Participações, que, segundo a PF, pertence a Pedro Storti e Maria Thereza da Costa. Ambos e o dono da EcoGlobal, Vladmir Magalhães da Silveira, foram alvos de mandados de condução coercitiva na sexta-feira.

Fonte: Folha de S. Paulo - 15/04/2014
 
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