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Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

No reinado da lei, o pobre e o rico tem direitos iguais... e o pequeno vence o grande se tem por si a justiça; é uma idéia remota, pois vem de Euripides. Historicamente, porém, é uma idéia falsa: o direito nunca foi outra coisa senão uma organização das desigualdades.
Jean Cruet
07/04/2014

Reajustes de até 50% planos coletivos de saúde

Os altos reajustes dos planos coletivos, de maneira geral, são uma dor de cabeça para várias pessoas. Apesar de a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) assegurar que as empresas contratantes têm poder de barganha para garantir correções mais baixas, os órgãos de defesa do consumidor mostram que, em alguns casos, o reajuste ultrapassa os 50%.

Portanto, fique atento aos abusos. A ANS determina que os preços só podem ser corrigidos uma vez por ano. A exceção é quando o reajuste anual coincide com o aumento por idade, que acontece em 10 etapas (a primeira vez aos 19 anos e a última aos 59). A elevação de preço de acordo com a faixa etária, no entanto, só pode ser feita até os 59 anos. Depois disso, o Estatuto do Idoso proíbe novas altas por idade, ficando o beneficiário sujeito apenas à correção anual.

Os idosos, aliás, são os que mais precisam de atenção. Não é incomum serem alvo de golpes ou propaganda enganosa quando o assunto são os planos de saúde. Uma placa nas ruas de Brasília, por exemplo, anuncia convênio por mensalidade de R$ 99. O Correio entrou em contato e descobriu que, para os idosos, esse preço chega a R$ 1,5 mil mensais no plano completo, com reajuste

anual previsto de 10% a 13%.

Burocracia

A nutricionista Patrícia Reis de Oliveira Irmão, 33 anos, vê no boleto o crescimento das mensalidades do plano coletivo que contratou há alguns anos. No ano passado, o gasto com o plano de saúde aumentou 18,42%, chegando a R$ 450 por mês. Ela conta que nunca teve atendimento negado, mas lida com muita burocracia e espera. "Liguei para a empresa para tentar colocar minha filha como dependente e me informaram que eu só conseguiria fazer isso pelo site. Nunca dava certo, então desisti e a cadastrei em outra operadora. Fora isso, nunca tive atendimento negado, mas às vezes passo dois ou três meses na espera até conseguir uma consulta." (BN)

Fonte: Correio Braziliense - 07/04/2014
 
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