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Há uma regra imutável de que precisamos sempre nos lembrar: se algum objetivo bom puder ser alcançado apenas por meios maus ou afinal ele não é realmente bom, ou então ainda não chegou a sua hora.
Leon Tolstoi
11/03/2014

Lula: retorno é imprevisível e a natureza, implacável

Em entrevista ao jornal italiano "La Repubblica", o ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a "política é imprevisível", ao ser questionado se irá se candidatar à Presidência em 2018. Em seguida, completou: "mas a natureza é implacável. Em 2018, terei 72 anos". Sobre as eleições, Lula centrou seu discurso no presente, ao reiterar o esperado: o apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff neste ano e a defesa contra críticas feitas à sua política econômica.

"Colocando a China de lado, do ponto de vista macroeconômico, que outro país conseguiu criar as condições para o crescimento como o Brasil? Nossos críticos gostariam que diminuíssemos o emprego para reduzir a inflação. Mas, para nós, a defesa do emprego é mais importante do que a inflação", respondeu Lula.

O ex-presidente disse ainda que o Brasil sempre foi tratado como uma criança no meio político e econômico internacional. "O menino cresceu e começou a competir no mercado, para assumir cargos internacionais importantes, a ter um papel na mediação com o Irã. E aqui é que o Brasil é visto com aborrecimento".

Questionado sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de negar a extradição do italiano Cesare Battisti, Lula defendeu a independência da justiça de cada país, em um claro apoio à decisão do STF. A mesma lógica, segundo ele, vale para o brasileiro Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão. "É claro que a vontade da justiça italiana será respeitada", emendou Lula.

Enquanto, na América Latina, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi alvo de críticas do ex- presidente brasileiro. "Não é fácil sobreviver à perda de um líder como Hugo Chávez e acho que Maduro estava errado emnão fazer mais para iniciar o diálogo necessário com a oposição". Na mesma linha, Lula pediu mais atenção do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com os países da América Latina.

Quanto às turbulências que atingiram as ruas no Brasil, para Lula, nada mais são do que uma manifestação tipicamente democrática. "Oelevador social funcionou, mas agora os brasileiros querem mais, e com razão".

O ex-presidente defendeu a política do governo Dilma Rousseff e criticou o venezuelano Nicolás Maduro

Fonte: Brasil Econômico - 11/03/2014
 
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