Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Pode ser perigoso ou ridiculo deixar transparecer a cólera, no rosto ou nas palavras. A raiva e o ódio devem somente se manifestar nas ações: unicamente os animais de sangue frio são venenosos.
Schopenhauer
21/02/2014

Governo corta o orçamento para mudar a imagem do país

A equipe econômica chamou para si, no lugar dos estados e municípios, a incumbência de reduzir os gastos públicos e comunicar que a economia está sob controle. Mantega negou que as mudanças tenham teor eleitoral

Sonia Filgueiras

O governo federal optou pelo realismo e decidiu não contar com estados e municípios para produzir uma meta de superávit primário mais ambiciosa nas contas públicas em 2014. A meta global anunciada, de 1,9% do PIB (equivalentes a R$ 99 bilhões), é igual à realizada em2013 como proporção do PIB e a maior parte da economia ? anunciada ontem pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior ? será bancada pelo governo federal. Dos R$ 99 bilhões, R$ 80,8 bilhões (1,55% do PIB) virão do esforço do governo federal.

A economia prevista para as administrações regionais será de R$ 18,2 bilhões, ou 0,35% do PIB, praticamente o mesmo resultado alcançado em 2013 (0,34% do PIB). ?É uma meta moderada, é exequível, mas se eles fizerem mais, será bem-vindo?, disse Mantega sobre a meta fixada para os estados e municípios.

Durante as discussões, o calendário eleitoral foi mencionado por interlocutores do governo como um dos limitadores na busca de uma meta mais elevada e o tamanho da contribuição a ser dada pelos governos regionais foi um dos últimos aspectos a serem definidos. Guido Mantega chegou a defender a busca de um resultado superior a 2% do PIB, mas a opção foi por uma meta mais modesta, porém mais exequível aos olhos do mercado.

Na entrevista, Mantega negou influência das eleições. ?Fizemos um esforço de contenção olhando para a solidez das contas fiscais. Acreditamos que é o melhor caminho para reduzir a inflação e permitir crescimento sustentado. Fizemos isso sem olhar para o ano eleitoral?, disse. Segundo ele, se tivesse sido levado em conta o pleito deste ano, quando a presidenta Dilma Rousseff tentará a reeleição, o governo perseguiria um resultado menor, ?para poder gastar mais?.

De fato, o esforço do governo federal em valores aumentou em relação ao previsto no Orçamento aprovado pelo Congresso: de R$ 58,1 bilhões para R$ 80,8 bilhões (39% a mais). Já o esforço dos estados e municípios caiu de R$ 51,3 para R$ 18,2 bilhões. Sobre a repetição da meta global na comparação como PIB, entre as menores desde 1999, o ministro comentou: ?Já tivemos resultados melhores no período pré-crise, mas após a crise, é mais difícil fazer um superávit maior.?

Para alcançar a economia,o governo anunciou um corte de R$ 44 bilhões no Orçamento de 2014. Desse total, R$ 30,5 bilhões serão cortados das chamadas despesas discricionárias (gastos que governo tem liberdade para alocar) e incluem R$ 13,3 bilhões extraídos das emendas parlamentares, R$ 7 bilhões cortados do PAC e outros R$10,2 bilhões distribuídos por diversos ministérios.

Os maiores contingenciamentos incidiram sobre as pastas da Defesa (R$ 3,5 bilhões) e Fazenda (R$ 1,5 bilhão). Saúde, Educação, Desenvolvimento Social e Ciência e Tecnologia tiveram seus orçamentos preservados, mas os acréscimos feitos pelo Congresso para estas áreas na forma de emendas de bancada dos estados foram contingenciados. No total, os parlamentares incluíram R$ 19,76 bilhões em emendas.

Com os cortes, o valor ficou reduzido a R$ 6,46 bilhões, relativos apenas às emendas individuais, protegidas pelo orçamento impositivo. Outros R$ 13,5 bilhões vieram de reavaliações nas despesas obrigatórias, como benefícios da Previdência e pagamento de subsídios.

Projeções macroeconômicas também foram ajustadas ? o crescimento do PIB passou para 2,5%; o dólar médio, para R$ 2,44, e a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, para 5,3% ao longo de 2014.

Fonte: Brasil Econômico - 21/02/2014
 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br