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20/02/2014

Emprego deve perder fôlego, dizem analistas

Diante do fraco crescimento da economia observado no último semestre do ano passado, economistas veem sinais de enfraquecimento, ainda que bastante gradual, do mercado de trabalho em janeiro. A geração de empregos deve permanecer fraca, mas a queda da população economicamente ativa tende a manter a taxa de desemprego em patamar baixo.

A média de 20 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data projeta taxa de desocupação de 5,2% nas seis principais regiões metropolitanas do país em janeiro, queda em relação a taxa de 5,4% observada em igual período do ano passado. Na comparação com dezembro, quando o desemprego foi de 4,3%, no entanto, a taxa deve ter subido, de acordo com a sazonalidade sugerida pelo período, já que mais pessoas voltam a procurar emprego no início do ano. As estimativas para a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), a ser divulgada hoje pelo IBGE, vão de 5% a 5,3%.

O Ministério do Trabalho divulga hoje o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) referente a janeiro, para o qual nove economistas projetam, em média, criação de 50,5 mil vagas, acima dos 28,7 mil postos abertos em igual mês de 2013. As estimativas para o dado do mês passado vão de 16,5 mil a 66 mil novos empregos.

Para Guilherme Maia, economista da Votorantim Corretora, o fraco crescimento esperado para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2014, de 1,6%, deve moderar a geração de empregos formais. Para janeiro, o economista projeta criação de 57,5 mil postos de trabalho com carteira assinada. Embora o número seja o dobro do saldo entre admitidos e demitidos observado em igual mês de 2013 (28,9 mil empregos), Maia afirma que o emprego formal vem perdendo fôlego no período mais recente.

"O mercado de trabalho com carteira assinada teve um primeiro semestre bastante fraco no ano passado e depois mostrou alguma recuperação no terceiro trimestre. Nos meses mais recentes, no entanto, voltamos a notar algum enfraquecimento e isso deve ter continuado em janeiro", avalia Maia.

A LCA Consultores, que projeta criação de 58,7 mil postos de trabalho, também afirma que, na série com ajuste sazonal, a criação de empregos deve cair de 80,9 mil postos em dezembro para 66,9 mil em janeiro. A consultoria nota que embora a projeção indique melhora em relação a janeiro do ano passado, é bastante inferior à média observada entre 2004 e 2012, de 100,2 mil postos no período.

O Itaú faz análise semelhante. Para a equipe macroeconômica do banco, a criação de 45 mil vagas formais - ou 64 mil postos de trabalho em janeiro na série com ajuste do banco -, se confirmada, marcará desaceleração do ritmo de abertura de empregos formais, em velocidade mais consistente com o atual crescimento econômico, após altas mais fortes nos meses precedentes.

Para Maia, do Votorantim, a atividade fraca não dá suporte para retomada do mercado de trabalho. A indústria, por exemplo, já realizou um ajuste relevante na folha de pagamentos, e a baixa confiança de empresários no setor de serviços e no comércio deve levar esses segmentos, que têm sustentado a geração de vagas com carteira assinada, a diminuir contratações.

Para a PME, Thaís Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados, estima taxa de desemprego de 5,1% em janeiro, maior do que os 4,3% observados em dezembro. A economista, no entanto, lembra que esse aumento é sazonal, já que aumenta a procura por emprego no início do ano. Na série com ajuste sazonal, a desocupação deve permanecer estável.

Maia projeta taxa de desemprego de 5,2% em janeiro, queda em relação ao desemprego de 5,4% um ano antes. No entanto, a retração, afirma, é explicada principalmente pelo comportamento atípico da PEA, que, segundo o analista, deve prevalecer em janeiro. Enquanto o contingente com dez anos ou mais (população em idade ativa) aumentou 1,2% no último trimestre de 2013, em relação a igual período do ano anterior, a população economicamente ativa caiu 0,8%, na mesma comparação. A população ocupada também recuou, mas menos, 0,5%, o que levou o desemprego a cair no período.

A LCA estima desemprego de 5,3% em janeiro, resultado de uma queda de 0,2% da PEA e retração de 0,1% da ocupação, sempre na comparação com igual período do ano passado. A renda, que avançou 3,2% em dezembro, também deve perder força e crescer 2,7% no mês passado, na mesma base de comparação. Para Maia a taxa de atividade (relação entre PIA e PEA) deve se estabilizar nos próximos meses, de acordo com o padrão histórico, o que tende a levar a uma alta do desemprego para 5,9% neste ano, ante 5,4% em 2013. Essa visão é compartilhada pela maioria dos economistas ouvidos pelo Valor Data. A média das estimativas de 11 consultorias e instituições financeiras é de desemprego de 5,7% neste ano.

Fonte: Valor Econômico - 20/02/2014
 
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