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Aristóteles
19/02/2014

Barbosa estuda datas para deixar o Supremo

No almoço de recepção ao presidente da França, François Hollande, em 12 de dezembro, no Palácio do Itamaraty, em Brasília, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, recebeu um incentivo inusitado para disputar a Presidência da República. "Vai! Candidate-se!", disse o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL). Na ocasião, eles conversaram sobre política na mesma mesa em que estava presente o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Barbosa negou o interesse em se candidatar, como faz a todos que lhe perguntam sobre o assunto. E são várias as pessoas que pedem que ele se candidate. Basta acompanhar o ministro num local público para ver a fila de pessoas que se forma para cumprimentá-lo e pedir que ele dispute as próximas eleições.

O ministro costuma responder que não pretende entrar na política. Porém, as intenções de voto o perseguem. Foram 15% na pesquisa do Datafolha de dezembro, atrelados à notoriedade que ele ganhou como relator do processo do mensalão.

Para completar, Barbosa manifestou o desejo de deixar o STF antes de completar 70 anos, o que só vai acontecer no distante 7 de outubro de 2024. O ministro deve se aposentar da Corte bem antes disso, como já fizeram Nelson Jobim, em 2006, e Ellen Gracie, em 2011. No fim de junho, Barbosa vai completar 11 anos na Corte. A interlocutores próximos, ele diz que já é tempo o bastante.

Caso o ministro decida sair neste ano, há duas datas-chave para a provável aposentadoria. A primeira é 5 de abril, prazo máximo para ele se filiar a algum partido e disputar as eleições. A segunda é 22 de novembro, quando ele deixa a presidência do STF, passando o cargo a Ricardo Lewandowski, o revisor do mensalão com quem Barbosa discutiu várias vezes ao longo do julgamento.

Com a proximidade da primeira data, aumentaram as especulações de que o ministro pode se tornar candidato, inclusive de que ele poderia disputar o Senado pelo Rio de Janeiro, onde tem domicílio eleitoral. Isso levou o STF a divulgar uma nota no sábado. "O ministro Joaquim Barbosa ratifica que não é candidato a presidente nas eleições de 2014", diz a nota.

Se, de um lado, a assessoria do STF confirmou que Barbosa tem o desejo de deixar o Supremo antes de completar 70 anos, de outro, evitou informações sobre o momento de sua saída. Tudo somado, essas duas datas são referenciais para verificar se o presidente do STF vai ou não deixar a toga para disputar um cargo político. Por enquanto, o ministro continua negando essa intenção, mas o faz com grande dose de suspense.

Seja em abril ou em novembro, especulações na imprensa dão conta de que o PSB seria uma das legendas em filiar Barbosa, mas o vice-presidente do partido no Rio, deputado federal Glauber Braga, afirmou que a executiva estadual do partido nunca cogitou a possibilidade de ter o ministro como candidato ao Senado pelo Rio. "Encaro isso como especulação", disse Braga, que é considerado a voz do presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, no Rio.

Para Braga, que também não confirmou a candidatura de Romário ao Senado, o quadro político no Rio ainda está aberto, o que deixa espaço para possíveis alianças. Ontem, Romário afirmou em entrevista ao jornal "O Globo" que vai disputar a vaga de senador na eleição de outubro. (JB, colaborou Guilherme Serodio, do Rio)

Fonte: Valor Econômico - 19/02/2014
 
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