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Schopenhauer
19/02/2014

Governo não decidiu se repassará os gastos com energia

Mantega diz que o governo só definirá o repasse do custo das termelétricas para a tarifa de energia após verificar a evolução das chuvas. Ontem, mais uma térmica, a de Uruguaiana, foi autorizada a funcionar.

Sonia Filgueiras

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem que o governo ainda não decidiu se vai repassar para a tarifa de energia o custo com as usinas térmicas ou se o Tesouro assumirá a despesa. Mantega, assim como outras autoridades do governo, disse que é preciso esperar para verificar a evolução do período de chuvas. ?Ainda não temos definições, porque não sabemos qual o quadro vai permanecer.

Se vamos ou não colocar recursos e se vai ser repassado para as tarifas ainda não está definido. E não há razão para que seja definido agora, será definido tão logo a situação fique mais clara?, afirmou. Por causada estiagem, foi autorizado ontem o acionamento da usina térmica de Uruguaiana, localizada no Rio Grande do Sul.

O objetivo é reforçar a geração de energia termelétrica (por meio de queima de combustível) no país e poupar água dos reservatórios de hidrelétricas que estão com nível baixo devido à falta de chuva. Embora representem uma espécie de rede de segurança, as termelétricas geram energia a um custo mais elevado, pressionando o preço das tarifas. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, informou que o acionamento é ?algo normal? e reforçou que é preciso esperar.

O ministro aproveitou a cerimônia de divulgação do 9º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para contestar notícias que incluem o Brasil entre as economias mais vulneráveis do mundo. ?Isso é um equívoco?, declarou Mantega durante sua apresentação. ?O Brasil é um dos países mais preparados para enfrentar essa turbulência.

O Brasil está em boa posição em quase todos os quesitos?, disse ele, citando diversos indicadores brasileiros de solidez externa, como o nível das reservas cambiais, o volume de investimentos estrangeiros diretos e a baixa necessidade de financiamento internacional de curto prazo. Análises que colocam o país entre as economias mais frágeis diante mudanças nos fluxos internacionais de capital tornaram-se frequentes nos últimos meses e vêm merecendo um combate sistemático de porta-vozes do governo.

A mais recente foi feita pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em relatório enviado ao congresso dos EUA semana passada. Mantega reiterou que a retirada dos estímulos econômicos pelas economias desenvolvidas (em especial pelo Fed) representa uma transição da crise para o pós-crise e traz certa turbulência. ?A transição é um pouco dolorosa. É um parto para o nascimento de um novo ciclo na economia mundial?, declarou, destacando que a turbulência é ?passageira? e que ?afetou todos os países, não apenas os emergentes.?

Mantega reiterou que o Brasil tem economia sólida, em condições de atravessar a transição e ingressar no novo ciclo. O ministro disse esperar para 2014 um crescimento um pouco maior que o do ano passado, assim como da taxa de investimentos. Os indicadores, segundo ele, deverão repetir o comportamento registrado na comparação entre 2012 e 2013.

PAC 2 já cumpriu 76% dos gastos

O Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) executou 76,1% do orçamento previsto para o período de 2011 a 2014 (prazo total de duração do programa), equivalentes a R$ 773,4 bilhões. Em 2013, a execução do PAC 2 somou R$ 301 bilhões, 12% a mais que em 2012. Os dados constam do balanço divulgado ontem pelo Ministério do Planejamento.

Como resultado, tempo e volume executado estão praticamente empatados. Até o momento, o PAC 2 completou três dos seus quatro anos de duração, ou seja, 75% do tempo previsto. Tomando-se como referencia o número de empreendimentos, 82,3%das ações previstas para os quatro anos foram concluídos. No anúncio, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, não quis confirmar o lançamento do PAC 3, mas segundo ela, há pedidos do setor produtivo nesse sentido.

Os financiamentos habitacionais lideraram os desembolsos, respondendo por R$ 253,8 bilhões (32%) dos de R$ 773,4 bilhões gastos entre 2011 e 2013. Os contratos do Minha Casa, Minha Vida, R$ 73,9 bilhões, também alavancaram os investimentos. Outros R$ 206,7 bilhões foram executados por estatais e R$ 146,4 bilhões pelo setor privado.

Fonte: Brasil Econômico - 19/02/2014
 
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