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22/11/2013

Ex-diretor da Siemens faz acusação a políticos

Ex-executivo da Siemens diz que cartel pagou propina a políticos

Sem apresentar provas, ele citou nomes de PSDB, DEM e outros partidos; todos negam

São Paulo - Um ex-executivo da Siemens afirmou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que possui documentos capazes de comprovar esquema de corrupção no governo paulista, nas licitações do setor metroferroviário. Ele citou o nome de seis políticos que estariam envolvidos com a empresa Procint, do consultor Arthur Teixeira, apontado como lobista da Alstom em inquéritos do Ministério Público Suíço e da Polícia Federal.

O ex-executivo, que assinou acordo de leniência, foi identificado como Everton Rheinheimer pelo jornal "O Estado de S.Paulo" que publicou ontem trechos do depoimento: "Tenho em poder uma série de documentos (originais) que provam a existência de um forte esquema de corrupção no estado de São Paulo durante os governos Covas, Alckmin e Serra, e que tinha como objetivo principal o abastecimento do caixa 2 do PSDB e do DEM" diz um deles. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal não confirmaram as informações.

Além de PSDB, PPS e DEM, as acusações de Rheinheimer envolvem ainda parlamentares do PTB, do PSB e do PMDB. Todos os envolvidos negam as acusações.

Rheinheimer ainda não apresentou as provas que diz ter sobre o suposto propinoduto tucano. No depoimento publicado pelo Estado, ele propõe fornecer os dados em troca de sua "indicação para uma diretoria executiva da Vale no médio prazo" Também no depoimento divulgado, Rheinheimer diz que, ajudado pelo deputado estadual petista Simão Pedro ? que hoje é secretário municipal de Serviços da gestão de Fernando Haddad ?, a procurar o presidente do Cade, Vinícius Carvalho, e propor um acordo de leniência.

O ex-executivo diz que Teixeira teria dito a ele nomes de políticos que recebiam comissão do cartel ? formado pela Alstom, Bombardier, Siemens, CAF, MGE, TTrans, Temoinsa e Tejofran ? e citou seis: o secretário da Casa Civil, Edson Aparecido; o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP); o secretário de Energia, José Aníbal; o titular da pasta de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes; o secretário de Desenvolvimento, Rodrigo Garcia (DEM); e o deputado Arnaldo Jardim (PPS).

O Ministério Público da Suíça identificou o pagmento de propinas pela Alstom para obter contratos da CPTM. Segundo a Justiça Federal, as autoridades suíças identificaram Teixeira como um dos controladores de empresas destinadas a receber pagamentos ilícitos. Numa das licitações, na qual foi vencedor o Consórcio Sistrem, encabeçado pela Alstom, a Procint foi contratada. Segundo o documento da Justiça Federal que determina bloqueio de bens de três executivos da CPTM ? João Roberto Zaniboni, Ademir Venâncio de Araújo e Oliver Hossepian Salles de Uma ?, a Procint repassou dinheiro à Getran, que pertence a Salles de Lima e Zaniboni, e à Focco, que pertence a Zaniboni e a Araújo. Segundo fontes ligadas à investigação, a Focco seria a empresa pivô do esquema de pagamento de propinas. Até agosto passado Zaniboni era sócio da Focco e assinava contratos com o govemo paulista.

Procurada pelo Globo, a Siemens informou que em suas investigações internas "não foram encontradas evidências de corrupção" mas que forneceu documentos para que as autoridades possam continuar a investigar.

Todos os citados negaram irregularidades. O secretário Edson Aparecido afirmou em nota que vai processar criminalmente o deputado Simão Pedro, o presidente do Cade, Vinícius Carvalho, e o ex-diretor da Siemens.

"Os três produziram um acordo espúrio em que o próprio denunciante admite fazer acusações em troca de cargo, diz ter informações privilegiadas sobre o andamento das investigações e negocia um apoio de um partido, e não do Estado. "Eu desafio este cidadão a mostrar quaisquer provas contra mim. Ele não mostra porque não as tem", diz.

O senador Aloysio Nunes e o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, admitiram conhecer o consultor Arthur Teixeira, sócio da Procint, empresa apontada pelo Ministério Público da Suíça como responsável por pagamentos ilícitos, mas negaram irregularidades.

Aloysio Nunes afirmou que não houve contra ele nenhuma denúncia, apenas a informação de que ele teria relacionamento estreito com o consultor Arthur Teixeira, da Procint ? Eu conheci o Arthur Teixeira e tive reuniões com ele e com seu sócio na época. Era um consultor conceituado e prestava serviço às empresas privadas do setor de trens. Foi um relacionamento profissional e ele gozava de reputação extremamente boa ? afirmou Nunes.

Em nota, o secretário de Energia José Anibal afirmou que a honra e probidade de agentes públicos não pode ser colocada em xeque com base "nalevi-andade de um sujeito que, con-fessadamente, barganhou suas acusações em troca de proteção e de emprego junto ao Partido dos Trabalhadores (PT)"

"Estou abrindo ações para processá-lo por calúnia e difamação e também por danos morais. Quero vê-lo onde ele estará cedo ou tarde: na cadeia", afirmou, acrescentando nunca ter visto ou falado com o ex-diretor.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, informou em nota que Teixeira esteve em seu gabinete três vezes em três anos, mas ressaltou que, como agente público, recebe empresários e políticos para tratar de assuntos de interesse da população, como apresentação de projetos e andamento de obras. "Os encontros são registrados em sua agenda, que é publica e está

bre o andamento das investigações e negocia um apoio de um partido, e não do Estado. Eu desafio esse cidadão a mostrar quaisquer provas contra mim. Ele não mostra porque não as tem", diz.

O senador Aloysio Nunes e o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, admitiram conhecer o consultor Arthur Teixeira, sócio da Procint, empresa apontada pelo Ministério Público da Suíça como responsável por pagamentos ilícitos, mas negaram irregularidades.

Aloysio Nunes afirmou que não houve contra ele nenhuma denúncia, apenas a informação de que ele teria relacionamento estreito com o consultor Arthur Teixeira, da Procint ? Eu conheci o Arthur Teixeira e tive reuniões com ele e com seu sócio na época. Era um consultor conceituado e prestava serviço às empresas privadas do setor de trens. Foi um relacionamento profissional e ele gozava de reputação extremamente boa ? afirmou Nunes.

Em nota, o secretário de Energia José Anibal afirmou que a honra e probidade de agentes públicos não pode ser colocada em xeque com base "nalevi-andade de um sujeito que, con-fessadamente, barganhou suas acusações em troca de proteção e de emprego junto ao Partido dos Trabalhadores (PT)"

"Estou abrindo ações para processá-lo por calúnia e difamação e também por danos morais. Quero vê-lo onde ele estará cedo ou tarde: na cadeia", afirmou, acrescentando nunca ter visto ou falado com o ex-diretor.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, informou em nota que Teixeira esteve em seu gabinete três vezes em três anos, mas ressaltou que, como agente público, recebe empresários e políticos para tratar de assuntos de interesse da população, como apresentação de projetos e andamento de obras. "Os encontros são registrados em sua agenda, que é publica e está disponível para qualquer cidadão.

A bancada do PT na Assembleia Legislativa pediu o afastamento dos secretários Edson Aparecido e Jurandir Fernandes. O govemo de São Paulo pediu à Justiça acesso ao depoimento de Rheinheimer, já que o processo está sob sigilo de Justiça. O governador Geraldo Alckmin não se dispôs a afastar os secretários citados neste momento.

? Não faz sentido falar em afastamento sem acesso aos documentos. Vamos fazer apuração rigorosa ? disse o governador.

Fonte: O Globo - 22/11/2013
 
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