Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

As instituições humanas são, por sua natureza, tão imperfeitas, que, para destruí-las, basta, quase sempre, levá-las às últimas consequências.
Tocqueville. Penseés detacheés
24/10/2013

BNDES deve financiar hospitais de planos de saúde

Governo estuda abrir linha de crédito ira empresas de plano de saúde

O governo estuda abrir linha de crédito do BNDES para financiar empresas de planos de saúde, segundo o presidente da ANS, André Longo. O objetivo é oferecer crédito para investimento na ampliação das redes hospitalares privadas. O pedido partiu das operadoras, que dizem não ter como bancar os investimentos.

O governo estuda abrir uma linha de crédito do Banco Na­cional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar em­presas de planos de saúde pri­vados, segundo o presidente da Agência Nacional de Saú­de Suplementar (ANS), An­dré Longo, informou ao Esta­do. O objetivo é oferecer cré­dito às operadoras para que invistam na ampliação das suas redes hospitalares. O pe­dido partiu das operadoras, que dizem não ter como fazer os investimentos.

Paralelamente, a ANS elabo­ra uma resolução para permi­tir que as operadoras ofere­çam como garantia ao BNDES a chamada reserva técnica - uma espécie de seguro para não prejudicar os consumido­res caso tenham problemas de caixa.

"Permitir o uso de parte da reserva técnica como garantia para os empréstimos não vai tra­zer insegurança para o setor. O recurso será usado para criar um ativo imobiliário, proporcio­na sinergia e, ao mesmo tempo, ampliação da assistência", dis­se o presidente da ANS. "Isso é competência da própria ANS, uma resolução é suficiente."

O governo já havia ensaiado conceder a ajuda ao setor priva­do, mas houve forte reação dos órgãos de defesa do consumidor, que cobram mais investimento no Sistema Único de Saú­de (SUS), o que o fez recuar.

Agora, entende que o núme­ro de usuários de planos de saú­de vem crescendo nos últimos anos, e que a rede hospitalar não acompanhou o ritmo. Até junho deste ano, 49 milhões de brasileiros tinham plano de saúde. Estudos apontam carência de 12 mil leitos no País.

Benefício. A assessoria do mi­nistro da Indústria, Comércio e Desenvolvimento, F ernando Pimentel, confirmou ontem que a linha de crédito para investi­mentos na rede própria de aten­dimento vai beneficiar todas as operadoras do setor. Em setem­bro, o ministro havia anunciado um investimento mais restrito, abrangendo apenas as coopera­tivas de saúde. "Estamos traba­lhando, no BNDES, para ofere­cer uma linha de crédito especí­fica para o cooperativismo mé­dico, que permita o investimen­to em unidades assistenciais e tenha como garantia as reser­vas técnicas que as operadoras já detêm junto à Agência Nacio­nal de Saúde Suplementar", dis­se, na ocasião.

Segundo o presidente da ANS, o crescimento no número de usuários dos planos de saú­de, em especial os coletivos (oferecidos pelas empresas), acompanha o índice de geração de empregos formais no País, o que justifica mais investimen­tos. "A rede assistencial não cresceu no mesmo ritmo", dis­se. Ele também defende o uso de capital externo na compra de hospitais, o que é vedado pe­la legislação. O assunto é tema de discussão no Congresso há anos, mas ganhou destaque des­de que a americana United Health comprou a Amil, no ano passado.

Marco regulatório. O presi­dente da ANS defendeu, ain­da, mudanças no marco regu­latório do setor de forma a am­pliar a atuação da agência. "O marco regulatório já tem 15 anos. É preciso intervir nas re­gras para o credenciamento, sobre remuneração de presta­dores e também sobre a atua­ção dos corretores." Atual­mente, a ANS não tem compe­tência para punir corretores que vendem planos de saúde e usam de má-fé, oferecendo produtos que não são cober­tos pelas operadoras para atrair consumidores. Engana­dos, esses clientes acabam se queixando à Agência. A mu­dança do marco regulatório, no entanto, depende de apro­vação do Congresso.

André Longo também adiantou que a ANS pretende estimular os planos de saúde a voltar a oferecer planos indi­viduais. Com preços regula­dos pela Agência, operadoras têm optado por vender ape­nas planos coletivos, deixan­do clientes que não têm víncu­lo empregatício sem alternati­va. Segundo ele, medidas co­mo o Estatuto do Idoso, que impede reajuste nos planos in­dividuais para usuários com mais de 60 anos, e a regra da portabilidade dos planos pro­vocaram essa atitude das ope­radoras.

Fonte: O Estado de S. Paulo - 24/10/2013
 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br