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21/10/2013

Torturas e aposentados

Autor(es): Rubem Azevedo Lima

Este aposentado achava, cada vez mais, nos últimos dias do governo Dilma, Mantega, uma tortura ver as desgraças que o governo faz para a gente pobre ler todo dia, com a imparcialidade do Correio Braziliense. De resto, esses leitores e este aposentado, todos estamos em pobreza igual. No sábado último, um especialista em economia, na tevê noturna, revelou que os proventos dos aposentados, com os programas da dupla, ficaram reduzidos a 11% do que recebiam antes. Este escriba conforta-se, porém, quando alguém, seu velho amigo Marcos de Castro, do Globo, no domingo passado, em ?Satanás rindo?, conta seus suplícios, no quartel de Barão de Mesquita, na Tijuca. À procura de um Marcos diabólico, o torturador Fontenele ria quando amarrava os fios do telefone elétrico nas unhas do torturado. Àquele tempo, em quase todo o Brasil, as diligências em quartel eram como as da Tijuca, no Rio, mas não como as de Brasília. Nesta cidade, no primeiro ano da UnB, um aluno pediu-nos, em 1964, a mim, presidente, e a Meireles, vice-presidente do Centro Acadêmico da UnB, ainda em obras, para escrever cartilha para alfabetizar os operários que ainda trabalhavam na universidade. Pareceu-nos um gesto generoso, para os operários, mas era uma explosão de comunismo, escrita por este aluno, que a distribuiu, sem mostrá-la, à direção do Centro. Nós, para evitarmos que o autor tivesse contratempos, dissemos, no quartel, que era pessoa de mente quente nas discussões políticas, mas não fazia mais do que isso. O coronel de Mato Grosso chamou-nos para explicar a cartilha. Ele viera desse estado com 3 mil soldados para Brasília, sob o comando, do coronel Ponce, neto de um militar do mesmo nome que serviu a Pedro II, no Império. A missão desse não era a do avô, mas controlar a elite da política; talvez ajudasse o SNI. O certo é que ele não nos chamou mais ao quartel. Meireles, vice do Centro, e eu, presidente, contamos-lhe o que está acima e não mais fomos chamados ao quartel. O autor da cartilha parece também que não. Mas os presos no quartel eram D?Alembert Jaccoud, Otacílio Lopes, outros jornalistas e Sobral Pinto, advogado quase centenário. Tales Ramalho visitava-os todos os dias. Ele foi tolerante conosco. Marcos, tenho certeza que você gostaria mais da cavaqueira desse grupo. Com ele, o coronel Ponce não daria trabalho nem à Comissão da Verdade. Ele, por seu caráter, falava o que queria, mais do que todos os presos, todos os dias. Se estiver vivo, pode nos dar uma enciclopédia.

Fonte: Correio Braziliense - 21/10/2013
 
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