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30/09/2013

Para melhoria na distribuição de renda no Brasil

O aquecimento do mercado de trabalho, com escassez de mão de obra qualificada, a pouca expansão do programa Bolsa Família e o esgotamento dos efeitos dos ganhos com a educação podem ter parado a melhoria na distribuição de renda no Brasil. Apesar de o índice de Gini, que mede a concentração de renda, ter ficado pela primeira vez abaixo de 0,5, a queda foi pequena no mundo do trabalho: passou de 0,501 para 0,498 (quanto mais próximo de zero, melhor a distribuição), de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2012, divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. E a estagnação na taxa de analfabetismo, que passou de 8,6% para 8,7%, decepcionou.

Já o mercado de trabalho encontrou seu melhor momento: a taxa de desemprego baixou de 6,7% para 6,1%. O salário subiu 5,8%, já descontada a inflação, chegando a R$ 1.507, o maior patamar já registrado na pesquisa. Porém, em outro sinal de que a desigualdade congelou, o ganho de renda foi mais forte entre os que estão no topo da pirâmide. A alta para o 1% mais rico entre os brasileiros foi de 10,8%, passando de R$ 17.048 para R$ 18.889. Eles são apenas 93,3 mil, mas concentraram 12,5% de toda a renda do trabalho no Brasil. Em 2011, respondiam por 12%. Já para os 10% mais pobres, que respondem por 1,4% da renda total brasileira e ganham, em média, R$ 215, o salário subiu só 6,4%.

A medida de desigualdade que considera todos os rendimentos do domicílio, e não só o do trabalho, ficou parada. Este índice de Gini saiu de 0,501 para 0,500.

? A subida no rendimento do 1% mais rico é uma novidade na Pnad. A pressão no mercado de trabalho por profissionais qualificados começou a aparecer. A ver os próximos capítulos, para saber se a desigualdade realmente parou de cair ? afirmou Sonia Rocha, economista do Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade (Iets).

No Nordeste, o Gini voltou a subir. Passou de 0,520 para 0,529. Lá, os trabalhadores que ganham mais viram o salário aumentar 20%. O economista no Insper-SP, Naercio Menezes Filho, ficou surpreso com a estabilidade nos índices de Gini: ? Vínhamos numa queda da desigualdade persistente. O importante é entender os fatores. O Bolsa Família não está se expandindo na mesma velocidade. Há um esgotamento na melhoria pela educação. Jovens que concluíram o ensino médio estão indo trabalhar e não entrando na universidade.

Para o ministro-chefe interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Marcelo Neri, o mercado de trabalho em 2013 já mostra desigualdade menor. Ele lembra que, este ano, houve expansão do Bolsa Família e do Brasil Carinhoso: ? Isso fez aumentar em 14,2 % a renda per capita da população do Bolsa Família até julho de 2013.

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campelo, negou que a desigualdade social tenha aumentado: ? A desigualdade continua caindo no Brasil. Fica evidente que o Brasil está muito melhor em 2012.

Fonte: Agência Globo
 
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