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Tocqueville. Penseés detacheés
06/09/2013

Banco Central aposta que governo conterá gastos, controlando a inflação

O Banco Central surpreendeu os economistas ao indicar que vê uma evolução favorável da política fiscal (balanço de gastos e receitas dos governos) no sentido de não pressionar mais a inflação. Na avaliação de economistas, isso é uma sinalização de que o ciclo de alta de juros não deve se estender muito.

A declaração está na Ata do Copom (Comitê de Política Monetário), documento que explica o que embasou a decisão do BC de elevar os juros básicos da economia na semana passada para 9%.

Nos documentos anteriores, o BC vinha classificando a política fiscal como expansionista. Ou seja, a avaliação da autoridade monetária era de que a política de gastos do governo federal pressionava a demanda doméstica e, consequentemente, a inflação. Já o Ministério da Fazenda sempre insistiu que ela é neutra (nem pressiona, nem reduz a inflação).

"O Copom observa que o cenário central para a inflação leva em conta a materialização das trajetórias com as quais trabalha para as variáveis fiscais. Para o Comitê, criam-se condições para que, no horizonte relevante para a política monetária, o balanço do setor público se desloque para a zona de neutralidade", destaca o parágrafo 21 da ata.

ECONOMISTAS

Economistas não viram nenhuma alteração no discurso ou conduta do governo quanto aos gastos públicos desde julho, quando foi publicada a ata anterior, que justificasse essa mudança de tom do Banco Central.

No final de julho, o governo anunciou que faria uma economia extra de R$ 10 bilhões, mas o número ficou abaixo das expectativas iniciais e não foi suficiente para convencer o mercado de que o governo conseguirá cumprir a nova meta de economia (superavit primário) de 2,3% do PIB. A projeção mediana dos economistas hoje é de que o superavit desse ano ficará em 1,7% do PIB.

Além disso, foi divulgado na semana passada o Projeto de Lei Orçamentária Anual 2014 (PLOA), com as previsões para o orçamento federal do ano que vem. O documento, que ainda vai passar no Congresso, indicou, porém, que a política fiscal do próximo ano deve ser mais expansionista que a de 2013.

"A motivação para essa mudança [na avaliação do BC] não está clara. Não sei qual foi o motivo", disse o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa.

Ele ressalta que, em ano eleitoral, é comum ocorrer o oposto: os governos gastam mais. "Ano que vem é um ano eleitoral. O passado recente diz que é difícil aceitar essa proposta, de que [a política fiscal] vai ficar neutra", afirmou.

O economista Flavio Serrano, do Espírito Santo Investment Banking, também não vê explicação para a nova percepção do BC sobre a política fiscal.

Outro trecho da ata que chamou sua atenção foi o parágrafo que diz que não houve alteração para a projeção de inflação de 2013 no cenário de referência (que considera que as taxas de câmbio de juros permanecem inalteradas ao longo do ano).

As taxas consideradas subiram, em relação a ata anterior, de 8% para 8,5% no caso dos juros e de R$ 2,25 para R$ 2,40 no caso da cotação do dólar, o que significa que uma alta de apenas meio ponto percentual de juros seria suficiente para conter todo o impacto da variação do câmbio no período, observa Serrano.

"Acreditamos que seria preciso uma alta mais elevada de juros para conter o repasse, mas a sinalização de médio prazo do BC não é de juros muito altos", disse.

CURTO PRAZO

No curto prazo, os dois economistas esperam mais duas altas na taxa Selic, de meio ponto percentual em outubro e 0,25 ponto percentual em novembro, o que levaria os juros a 9,75%.

A expectativa de novas altas se baseia no trecho da ata que diz que "o Copom entende ser apropriada a continuidade do ritmo de ajuste das condições monetárias ora em curso", que é idêntico ao da ata anterior.

Além disso, o documento indica que as projeções para inflação neste e no próximo ano continuam acima do centro da meta de 4,5%. A ata volta a destacar também que o patamar alto de variação dos preços dificulta sua redução, já que mecanismos de indexação tendem a realimentar a inflação alta.

ªTendo em vista os danos que a persistência desse processo causaria à tomada de decisões sobre consumo e investimentos, na visão do Comitê, faz-se necessário que, com a devida tempestividade, o mesmo seja revertidoº, ressalta outro trecho idêntico ao da ata anterior.

Fonte: FSP/UOL
 
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