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Seus inimigos podem ser mais úteis do que seus amigos, porque seus amigos podem, muitas vezes, perdoar suas fraquezas, mas seus inimigos as notarão e chamarão sua atenção para elas.
Leon Tolstoi
29/08/2013

Centrais farão manifestações amanhã, mas sem greve geral

O Dia Nacional de Mobilização e Paralisação que as principais centrais sindicais estão programando para a próxima sexta-feira (30) deverá ter manifestações nas principais capitais, mas não será a greve geral que as entidades ameaçavam fazer um mês atrás.

Após organizarem protestos no dia 11 de julho, sindicalistas disseram que fariam paralisações no final deste mês se não houvesse avanço na negociação de suas reivindicações com o governo federal.

As centrais protestam contra o projeto de lei 4330, que regula e facilita a terceirização de postos de trabalho, pedem o fim do fator previdenciário, índice que reduz o benefício de quem se aposenta mais cedo, e a redução da jornada de trabalho.

CUT (Central Única dos Trabalhadores) e Força Sindical lideram a mobilização para os atos, que contará também com a participação de CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Intersindical e NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores).

O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, disse que as centrais não convocarão uma greve geral pela dificuldade de se viabilizar uma paralisação total.

"Não tem condição de parar tudo. Cada região é muito diferente uma da outra. Achamos melhor não queimar a ideia de uma greve geral se a gente não puder fazer", afirmou.

Segundo o dirigente, estão previstas "pequenas paralisações" em portas de fábricas no período da manhã. Em São Paulo, a Força programa uma concentração às 10h de sexta-feira no Viaduto Santa Ifigênia (centro), com atos às 13h na praça da República e na praça do Patriarca. Depois disso, haverá passeata até o vão livre do Masp, na avenida Paulista.

Apesar da realização dos protestos, Juruna admite que a interlocução com o governo melhorou desde julho.

O PL 4330, sobre terceirização, foi discutido em uma comissão quadripartite com as centrais, representantes das empresas, do Congresso e do Executivo, e uma proposta que contemple os pleitos dos sindicalistas deve ser votada na próxima semana na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. As negociações sobre o fator previdenciário também estão em curso. "Falta discutir a redução da jornada de trabalho", disse.

Ele atribui o avanço nas negociações à pressão das centrais e à queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff após as manifestações iniciadas em junho --que não contaram com sindicalistas na linha de frente dos protestos.

"A interlocução deu um passo bom, está melhorando. Não é à toa que ela [Dilma] melhorou nas estatísticas", brincou Juruna, referindo-se ao aumento dos índices de aprovação da presidente nas pesquisas realizadas neste mês.

Em julho, quando as centrais convocaram seu Dia Nacional de Lutas, houve baixa adesão nas ruas. O secretário-geral da Força prevê quórum maior na sexta-feira. Segundo ele, algumas categorias, como bancários, petroleiros, e químicos estão em campanha por reajustes salariais, o que aumentaria "o pique" desses trabalhadores para engrossarem os protestos.

Uma das centrais, a UGT (União Geral dos Trabalhadores) desistiu de ajudar a promover os protestos de sexta.

Em nota, a entidade disse que não participaria das paralisações no país por acreditar que esse é o momento de pressionar o Congresso. Afirmou que seria melhor fazer uma manifestação em Brasília para "desengavetar as pautas dos trabalhadores".

Fonte: FSP
 
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