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Seus inimigos podem ser mais úteis do que seus amigos, porque seus amigos podem, muitas vezes, perdoar suas fraquezas, mas seus inimigos as notarão e chamarão sua atenção para elas.
Leon Tolstoi
23/08/2013

Desaceleração no mercado de trabalho reduz massa salarial em Recife e BH

A desaceleração do mercado de trabalho já reduziu a renda disponível para o consumo em duas regiões metropolitanas do país. A massa salarial que circulou em julho em Recife e Belo Horizonte foi 2% e 3,3% menor, respectivamente, do que em igual mês do ano passado, segundo dados divulgados ontem na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nas duas regiões metropolitanas, a renda média real paga aos ocupados caiu na mesma comparação e é um dos fatores que explica a retração na massa salarial. Mas não é o único. Em Recife, a queda também foi influenciada pelo aumento do desemprego (entre junho e julho deste ano 23 mil pessoas perderam o emprego, aumentando em 20% o total de desocupados na região), e em Belo Horizonte o total da População em Idade Ativa (PIA) ocupada diminuiu entre julho de 2012 e julho deste ano, ainda que o desemprego tenha recuado. A retração indica que uma parcela dessa população deixou de procurar emprego no período.

No conjunto das seis regiões metropolitanas, a massa salarial de julho foi 2,7% maior que a de igual mês do ano passado, mas 0,3% inferior à de junho deste ano. Os reajustes salariais menores combinados ao aumento da inflação fizeram o rendimento médio real do trabalhador cair pelo quinto mês consecutivo, segundo o coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azeredo. Na passagem de junho para julho, o rendimento médio real recuou 0,9%, para R$ 1.848,40.

"Ao longo do ano, a inflação, os reajustes salariais menores e outros fatores que a pesquisa não capta afetaram a renda real dos trabalhadores. Mas, especificamente em julho, o efeito da inflação foi nulo", disse Azeredo. Isso porque o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador que deflaciona os salários, recuou 0,13% frente a junho.

A renda média real cresceu a uma taxa média de 4,1% no ano passado (em relação ao mesmo mês do ano anterior). Neste ano, o ritmo tem sido mais modesto, em média de 1,5%, e deve seguir moderado também em 2014, afirma José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do banco Fator. Para ele o aumento da renda média real, na comparação anual, deve seguir desacelerando e terá impacto sobre a demanda das famílias no Produto Interno Bruno (PIB) deste ano. Para ele, o resultado não deve ultrapassar o de 2012, quando a componente avançou 3,1%.

Esse incremento menor da renda, continua, também pode explicar o crescimento da População Economicamente Ativa (PEA) em velocidade maior do que a População Ocupada (PO) na comparação anual - de 1,7% e de 1,5% para o conjunto das seis regiões metropolitanas, respectivamente -, fenômeno observado pelo terceiro mês seguido. "Com a diminuição da renda disponível para as famílias, pessoas que estavam foram do mercado de trabalho podem estar voltando a procurar emprego", afirma.

A pesquisa do IBGE mostrou que a taxa de desemprego recuou em julho, surpreendendo positivamente. Isso ocorreu porque a população empregada nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE aumentou em 156 mil pessoas em julho, um número que absorveu os 79 mil trabalhadores a mais que foram buscar trabalho naquele mês. Com isso, o número de desempregados nessas regiões diminuiu em 77 mil, reduzindo a taxa de desemprego de 6% em junho para 5,6% em julho.

Boa parte desse contingente conseguiu trabalho formal. De acordo com o IBGE, o emprego com carteira assinada no setor privado cresceu em 130 mil. Sem carteira, houve 37 mil empregados a mais em julho, ante junho.

Para Mariana Hauer, do banco ABC Brasil, o resultado da PME vem em linha com os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de julho, divulgados quarta-feira pelo Ministério do Trabalho (MTE). O saldo líquido de apenas 41,5 mil vagas, quase 100 mil a menos do que o registrado no mesmo mês do ano anterior, reitera, para ela, a avaliação de que o mercado de trabalho continua estável. "Se o Caged trouxer número de demissões maior do que o de contratações e salários de admitidos menores do que o de desligados - o que não aconteceu em julho -, aí podemos esperar um aumento mais significativo na taxa de desemprego".

Para ela, também é preciso observar o comportamento da renda média real. "Uma diminuição expressiva pode forçar quem depende da renda familiar e hoje só estuda, por exemplo, a buscar emprego". O crescimento da População Ocupada em patamares bastante próximos do avanço da População Economicamente Ativa, diz, mostra que seria difícil absorver um aumento brusco no volume de ingressantes no mercado.

Fonte: Valor Econômico - 23/08/2013
 
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